Vantagens e desvantagens de contratar um decorador profissional
São inúmeros os motivos que levam alguém a contratar um decorador profissional: não têm tempo, sabem o que querem mas não sabem executar, não têm noção nenhuma de decoração e/ou daquilo que querem especificamente para a sua casa. Um decorador profissional tanto pode decorar uma casa inteira como uma divisão apenas… mas será essa uma boa opção? Descubra os prós e os contras da contratação de um designer de interiores.
Vantagens
Faz um estudo prévio da casa e do lifestyle dos seus proprietários para enquadrar na proposta que apresentará.
Tem largos conhecimentos e experiência em todo o tipo de matéria relacionada com o design de interiores – desde o aproveitamento de espaço, escolha de cores, tipo de tintas, têxteis, padrões, texturas, à disposição de mobília, conjugação de todas as peças, melhor tipo de iluminação, criação de ambientes temáticos, etc.
Analisa e trabalha todos os projectos não só de um ponto de vista estético, mas também em termos práticos e funcionais.
Sempre atentos às actuais tendências do mercado e devido à sua experiência, podem sugerir ideias inovadoras e sobre as quais nunca teria pensado.
Pode ajudar duas pessoas a chegarem a um consenso relativamente a divergências sobre como decorar o quê.
Conhecem e têm muitas parcerias com outros profissionais da área da decoração: arquitectos, pintores, carpinteiros, fábricas de revenda, etc, que pode revelar-se muito vantajoso para os clientes.
Será uma experiência menos stressante, pois terá um profissional a tratar e a lidar com todas as outras pessoas necessárias ao projecto, ou seja, não tem de se preocupar em encomendar o sofá ou supervisionar a pintura das paredes.
São peritos em trabalhar dentro do orçamento pré-estabelecido pelo cliente.
Ter a sua casa assinada por um designer de interiores de renome – um orgulho e uma vantagem na hora de vender, por exemplo.
Desvantagens
Como tudo na vida, quando não há química, os objectivos nem sempre são atingidos. No caso de um decorador profissional isto pode acontecer se, por exemplo ele/ela é um especialista em decoração minimalista e o seu estilo preferido é o tradicional.
O decorador contratado pode não ter a experiência que diz ter.
Não lhe é apresentado uma maquete ou a palete de cores que lhe foi prometido e vê-se obrigado a confiar cegamente no decorador.
Um decorador profissional pode estar a desenvolver vários projectos em simultâneo, sendo que poderá dedicar menos atenção à sua casa do que gostaria ou esperaria.
Devido às diferentes agendas e/ou incapacidade de expressar exactamente o que pretendia, o resultado é uma divisão que não reflecte minimamente a sua personalidade ou estilo de vida.
O processo decorativo pode não desenvolver com a rapidez que pensava, uma vez que está dependente de outra pessoa.
Devido à sua larga experiência, pode tentar influenciar um cliente a aceitar, sem perguntas, tudo aquilo que lhe apresentar. Pode, por exemplo, aliciá-lo a adquirir elementos que ultrapassam o seu orçamento.
O projecto final pode não ser tão pessoal como gostaria, destacando-se características específicas do decorador, principalmente se lhe der “carta-branca”.
Pode ser uma experiência muito stressante, principalmente se o projecto não correr como planeado e/ou se não existir empatia entre cliente e decorador.